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PROGRAMA

1º dia – 4ª feira – 11 maio – Rio de Janeiro/São Paulo

Pela manhã traslado da residência do passageiro ao Aeroporto Santos Dumont, e embarque às 13h05min no voo 3919 da LATAM* com destino a São Paulo. Chegada ao Aeroporto de Congonhas às 14h05min, e traslado ao exuberante e luxuoso HOTEL ROSEWOOD, no complexo da CIDADE MATARAZZO, que será uma incrível imersão em arte, cultura e brasilidade presente em todos os detalhes, com 450 obras sensacionais de mais de 50 artistas. Desde os tapetes incríveis do lobby, de REGINA SILVEIRA aos “tapetes de azulejos” de SANDRA CINTO, vislumbraremos o novo museu de arte moderna da cidade.

A CIDADE MATARAZZO está localizada a poucos minutos da Avenida Paulista, no local popularmente conhecido como Hospital Matarazzo, onde surge um projeto idealizado e adquirido pelo empreendedor francês Alexandre Allard, em 2007. O complexo centenário abriga 10 edifícios tombados em um terreno de 30.000 m². O Hospital e a Maternidade Condessa Filomena Matarazzo foram erguidos em 1904 e 1943, respectivamente. Planejado pelo Conde Francesco Matarazzo, imigrante italiano considerado um dos maiores industrialistas do século XX, o antigo hospital foi desativado em 1993 e permaneceu abandonado durante vinte anos até́ ser descoberto por Allard. A Torre Rosewood é uma concepção do premiado arquiteto Jean Novel, responsável pelos Museu do Louvre em Abu Dhabi e o Museu de Doha, no Qatar, do Instituto do Mundo Árabe e da Fundação Cartier em Paris, e com interiores do extraordinário designer visionário Philippe Starck.  Mais Brasil, no mobiliário dos Irmãos Campana, nas obras do Tunga, do Virgílio Neto, da Laura Vinci, do No Martins e nos fascinantes azulejos de Fernando de La Rocque. Destaque ao sensacional corredor da muralista ANANDA NAHU, ao vitral de Vik Muniz na Capela de Santa Luzia (missa aos domingos às 11h30min), minuciosamente restaurada, um dos símbolos da imigração italiana no Brasil, e as paredes dos elevadores de Walmor Correa, a constelação no bar do artista, músico, poeta, fotógrafo Rodrigo Saad, o Cabelo Cobra Coral.

Após o check in abriremos a porta com um texto do poeta Paul Valéry...”amigo, não entre aqui sem desejo”, para uns petiscos no LE JARDIN enquanto esperamos o ESPECIALISTA EM ARTE para nos deslumbrar com a fantástica mistura de obras de arte, engenharia e arquitetura do complexo da CIDADE MATARAZZO.

O poeta e escritor suíço Blaise Cendrars, pseudônimo de Fréderic Louis Sauser presenciou a Revolução Russa em 1905, foi voluntário na Legião Estrangeira quando eclodiu a primeira Guerra, e se encantou com o Brasil após o encontro com Mario e Oswaldo de Andrade e Tarsila do Amaral, em Paris.

O jantar será servido no restaurante BLAISE, com uma decoração que recria a aconchegante atmosfera de um chalé suíço, com pedras vulcânicas verdes encrustadas nas paredes. Et voilá!

São Paulo, por Blaise Cendrars

 

Enfim eis usinas um subúrbio um gentil bondinho

Fios elétricos

Uma rua populosa com gente que vai fazer as suas compras da tarde

Um gasômetro

Enfim se chega na estação São Paulo

Penso estar na estação de Nice

Ou desembarcar em Charing-Cross em Londres

Encontro todos meus amigos

Bom dia

Sou eu.

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A inspiração em qualquer cantinho do hotel, vem de poetas, romancistas, artistas, do jazz dos anos 30, de pedras brasileiras. Uma colcha de retalhos de arte.

À noite aproveite o exótico BAR RABO DI GALO, no nosso hotel, brindando com taças que exibem desenhos de Jean Cocteau.

Made by... Feito por Brasileiros 

 

CIDADE MATARAZZO é um lugar gerador de emoções, onde tudo é belo e tudo é possível. Palco de um movimento vibrante, apaixonado pelo Brasil, que reúne arte, cultura, diversidade e o melhor lifestyle da cidade, tudo isso envolto pela mais exuberante natureza”

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A SEMANA DE ARTE MODERNA (evento no Teatro Municipal de São Paulo de 13 a 17 fevereiro de 1922) surge após a Primeira Guerra Mundial, reunindo artistas, músicos, escritores, e pintores que almejavam romper o conservadorismo vigente. Ano do Centenário da Independência do Brasil, foi um marco na história de São Paulo, divisor de águas da cultura brasileira, principalmente nas artes plásticas. Idealizada por Oswald de Andrade, inspirada no Cubismo - movimento criado por Pablo Picasso e Georges Braque – com catálogo criado por Di Cavalcanti, teve a participação de Anita Mafaldi, Yan de Almeida Prado, na pintura e no Desenho, de Victor Brecheret, Hidelgardo Leão Velloso e Wilhem Haaberg, na Escultura, de Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel na Arquitetura, de Mario e Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Sergio Millet e Plinio Salgado na Literatura, de Villa-Lobos e Guiomar Novais na Música. Um dos mais importantes nomes do movimento, a artista Tarsila do Amaral não participou do evento, estava estudando na Europa.

De TARSILA DO AMARAL – 1922 a ANADU NAHU – 2022

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2º dia – 5ª feira – 12 maio – São Paulo

O MASP – MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO, primeiro museu idealizado para abrigar obras de arte moderna no país, foi fundado em 1947 pelo jornalista, mecenas, político e empresário Assis Chateaubriand. Para o projeto arquitetônico convidou Lina Bo Bardi e para dirigir o museu, seu marido Pietro Maria Bardi. A radicalidade da arquiteta também se faz presente nos cavaletes de cristal, criados para expor a coleção no segundo andar do edifício. Ao retirar as obras das paredes, os cavaletes questionam o tradicional modelo de museu europeu, no qual o espectador é levado a seguir uma narrativa linear sugerida pela ordem e disposição das obras nas salas. No espaço amplo da pinacoteca do MASP, a expo grafia suspensa e transparente permite ao público um convívio mais próximo com o acervo, uma vez que ele pode escolher o seu percurso entre as obras, contorná-las e visualizar o seu verso. VOLPI POPULAR é a terceira de uma série de exposições que o MASP organiza em torno de artistas modernistas brasileiros canônicos do século 20 que empregam referências populares em seu trabalho. Alfredo Volpi nasceu em Lucca, mas imigrou ainda criança para o Brasil, e é o artista central da arte brasileira do século 20, e sua pintura é caracterizada por um repertório único de experiências e influências que mesclam tradições modernas e populares, incluindo interesses como: o trabalho artesanal, as festas populares, os temas religiosos e as fachadas da arquitetura colonial brasileira.
 

What is new? O elegante shopping CJ FASHION! Vamos passear e relaxar entre os Hermès, Pradas, Guccis, Tod’s, Céline, o casual chic de Helena Bourdon e as estonteantes peças artesanais que se transformam em joias da Silvia Furmanovich!

Avenue Montaigne, Fifth Avenue, Sevile Row, Via dei Condotti, Rodeo Drive ou...São Paulo!

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Após almoçarmos no rooftop, no restaurante ROI MEDITERRANNÉE finalizamos a tarde com mais arte moderna no ESTÚDIO do WALMOR CORREA, um dos artistas que expõe suas obras na Cidade Matarazzo.

3º dia – 6ª feira – 13 maio – São Paulo

Mais arte moderna na exposição do MIS – MUSEU DA IMAGEM E DO SOM: PORTINARI PARA TODOS, que será a maior exposição já realizada no Brasil sobre um dos ícones da arte do século XX: CANDIDO PORTINARI, uma imersão no universo do artista. Almoço no restaurante CAVIAR KASPIA. E porque não flanar um pouco mais na Oscar Freire e no Santa Luzia?

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Na década de 1920, a cidade de São Paulo, era o centro irradiador da produção de café, e a Estrada de Ferro Sorocabana sua mais importante veia de distribuição. Era preciso que sua principal estação espelhasse pujança e riqueza. Cristiano Stockler das Neves foi o arquiteto convidado para criar um projeto de estilo eclético, muito ao gosto da época. A crise de 29 interrompeu a construção do edifício antes do projeto concluído. Em 1938, finalmente, a capital do Estado vê sua nova Estação de trens, com área total de 25 mil metros quadrados batizada com o nome de Júlio Prestes. Localizada no centro da metrópole que só fez crescer, a Estação viu todo o seu entorno degradar-se, a importância de o transporte ferroviário decrescer, e outras regiões da cidade assumirem o posto de zonas de prosperidade cultural e econômica. Nos anos 90, a tendência mundial de revitalização dos centros históricos contagiou São Paulo. Inevitavelmente, a imponente Estação Júlio Prestes foi vista como um edifício a ser reaproveitado e a quem caberia um nobre destino no próximo milênio: abrigar uma sala de concertos com qualidade acústica irrepreensível, e ser a sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Um escritório norte-americano admirou-se com as dimensões e características da área central da Estação, uma perfeita "caixa de sapatos" (shoe box) - à maneira de tradicionais salas de concerto, como a Musikverein de Viena. Ao longo de 18 meses, centenas de operários e técnicos especializados fizeram uso de modernas tecnologias, assim como de procedimentos artesanais de longa tradição, para entregar a São Paulo uma sala de concertos que alia beleza, infraestrutura e boa acústica. A convivência com as linhas de trem ainda em operação exigiu a instalação de uma laje flutuante sob o piso principal. O forro é ajustável por meio de painéis motorizados e controlados independentemente - o que permite mudança de altura e desenho do forro - e assim cria ambientes acústicos para cada repertório que se execute na Sala.
 

O que a Zâmbia, a Hungria, a Russia e a Alemanha têm em comum? História e invasões entrelaçadas. Mas hoje será um amigável encontro musical no centro de São Paulo. Thierry Fisher nasceu na Zâmbia, de pais suíços, Kristov Barati na Hungria, Igor Stravinsky na Russia e Richard Strauss na Alemanha. A música une sempre uma gama de nacionalidades nas orquestras e nas obras que executam. Esta noite assistiremos a um concerto com a ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO sob a regência de Thierry FISHER, o violinista Kristov BARATTI interpretando o concerto para violino Ré Maior de Stravinski, e a Sinfonia Alpinas de Strauss.

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